
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Brazilian bombshell

domingo, 25 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
O estilo Clarice
Clarice Lispector é conhecida no mundo inteiro por seus textos fortes, marcantes, capazes de virar o leitor pelo avesso, destruir todas as suas convicções em relação ao ser humano e ainda assim fazê-lo se apaixonar por ela. A intensidade de Clarice também passeia pelo "frívolo" mundo da moda, vide seu livro Correio Feminino. Para nós, fashionistas de plantão, é interessante analisar e também contemplar o jeito Clarice de se vestir ao longo de sua vida. E descobrir que ela sabia como ninguém usar a moda a seu favor.
Clarice, à direita, com as irmãs Tânia e Elisa, em Recife, 1927. Todas bem anos 20: cabelos curtíssimos e silhueta andrógina.
Clarice adolescente, acaba de mudar-se para o Rio, em 1937 usa saia de cintura alta com camisa de mangas curtas.
A recém-formada advogada com as luvas de couro do momento, no Palácio do Itamaraty, em 1941.
Recém-casada, em 1940, exibe seu cocktail dress, hit da estação.
Clarice em Nápoles, 1944, com vestido frente-única
Clarice acompanha o marido diplomata em suas viagens. Nesta foto, com Bluma Wainer, usa casaco de pele e vestido em Berna, na Suiça, 1946.

Os chapéus das mulheres de Berna causaram espanto em Clarice. "Uma das coisas mais horríveis do vestuário das bernenses, no verão ou no inverno, é o chapéu. São os chapéus mais esquisitos, mais altos, enormes, grossos e de forma estranha que eu tenho visto".

Esquiando na Suiça, modelito esportivo.
Em 1954, usando sobreposições, faz o que sabe melhor: escrever.
* Fotos do livro recém-lançado Clarice-Fotobiografia.
Com os filhos, em 1959, toma sol em Copacabana com maiô da época.
Em 1970, Clarice investe nos acessórios.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Como é difícil ser rico




Celular básico de diamantes por 139 mil euros. Não vale ficar bêbada e perdê-lo na balada
quinta-feira, 15 de maio de 2008
The Supremes

quarta-feira, 14 de maio de 2008
A Moda por Walter Benjamin

O filósofo alemão Walter Benjamin, homem à frente do seu tempo, como era de se esperar, reuniu em seu livro Passagens pequenos trechos sobre a nossa tão querida moda. Segue abaixo uma seleção dos trechos mais legais.
"Cada estação da moda traz em suas mais novas criações alguns sinais secretos das coisas vindouras. Quem os soubesse ler, saberia antecipadamente não só quais seriam as novas tendências da arte, mas também a respeito de novas legislações, guerras e revoluções — Aqui, sem dúvida, reside o maior encanto da moda, mas também a dificuldade de torná-lo frutífero."
"Formulação minha: O eterno, de qualquer modo, é, antes, um drapeado de vestido do que uma idéia."
"A moda consiste de extremos. Como ela, por natureza, procura os extremos, nada mais lhe resta ao abandonar uma determinada forma senão remeter-se extamente ao seu contrário. Seus máximos extremos: a frivolidade e a morte."
"Nascimento e morte — o primeiro, pelas circunstâncias naturais; a segunda, por circunstâncias sociais — limitam consideravelmente a margem de liberdade da moda, quando se tornam atuais. Este estado de coisas é realçado por uma dupla circunstância. A primeira refere-se ao nascimento e mostra como a recriação natural da vida é "superada" pela novidade no domínio da moda. A segunda refere-se à morte. No que concerne à morte, ela não aparece menos "superada" na moda, quando esta liberta o sex appeal do inorgânico."
"As modas são um medicamento que deve compensar na escala coletiva os efeitos nefastos do esquecimento. Quanto mais efêmera é uma época, tanto mais ela se orienta na moda."
"Uma perspectiva definitiva sobre a moda oferece-se apenas pela observação de como para cada geração aquela que a precedeu imdetiatamente parece ser o antiafrodisíaco mais radical que se possa conceber. Com este julgamento, ela não está tão errada como se pode imaginar. Há em cada moda algo de sátira amarga do amor, cada moda contém todas as perversidades sexuais da maneira mais impiedosa possível, cada uma comporta em si resistências secretas contra o amor. Vale a pena confrontar-se com a seguinte observação de Grand-Carteret, não importa quão superficial ela seja: "É pelas cenas da vida amorosa que se percebe, na verdade, aparecer todo o ridículo de certas modas. Estes homens, estas mulheres, não são eles grotescos em gestos, em poses, pelo topete extravagante em si mesmo, pelo chapéu de copa alta, pelo redingote ajustado à cintura, pelo xale, pelos chapéus de abas largas, pelos pequenos borzeguins de tecido?" O confronto das gerações passadas com as modas tem então uma importância muito maior do que se imagina habitualmente. E é um dos aspectos mais importantes do costume histórico de empreender isso sobretudo no teatro. A partir do teatro, a questão do costume penetra profundamente na vida da arte e poesia, nas quais a moda é, ao mesmo tempo, mantida e superada."
terça-feira, 13 de maio de 2008
Gordinha fashion




domingo, 11 de maio de 2008
Fofocas fashionistas (Porque ninguém é de ferro)




sábado, 10 de maio de 2008
O Futuro é agora

Artistas, designers, estilistas e suas vertentes são os responsáveis por verdadeiras invenções científicas "fashion". Desde uma roupa capaz de armazenar energia, até um ziper capaz de conduzi-la. Uma prova de que mais uma vez a moda ultrapassa o campo superficial e vai fundo, olha pra frente sem se esquecer do passado. Adoro isso!

quarta-feira, 7 de maio de 2008
E viva o exagero!






Givenchy
terça-feira, 6 de maio de 2008
Banho de sol


domingo, 4 de maio de 2008
My favourite band (and t-shirt)





