Seus chapéus fizeram história...
A Duquesa original
Seus chapéus fizeram história...
A Duquesa original



As eleições americanas são o novo filão de mercado para os fashionistas de plantão. Camisetas, bolsas, chapéus, braceletes e o que mais der para escrever a palavra Obama dentro, fora, seja lá onde for são item obrigatório no closet dos mais antenados. Tudo porque no mundo globalizado em que vivemos, nada melhor do que a moda para passar uma mensagem (ainda mais se for política) de forma rápida e certeira.
Nos EUA o Runway to change reuniu estilistas pró-Obama em um projeto que busca divulgar e principalmente arrecadar fundos (estamos lidando com americanos baby) para a campanha do homem que pode chegar a ser o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.Tory Burch, famoso por suas sapatilhas pulou dos pés para o busto das mulheres com a camiseta Vote, Narciso Rodrigues preferiu estampar a frase Yes we can e Alexander Wang simplesmente silcou a palavra Change, resumindo todoo patriotismo americano. Diane Von Furstenberg escreveu Obama junto com corações e palavras como change e love e o meu preferido (sempre!) Derek Lam estampou a frase a fresh start em uma bolsa. Preparem-se, é mudar ou largar!
Progresso, sempre
Marc Jacobs não ficou de fora
Pulserinha da moda nos States





Panton por ele mesmo
A reportagem principal do caderno Mais! de 12 de outubro, do jornal Folha de S. Paulo, foi toda dedicada ao livro de Fred Basten, Max Factor - O homem que mudou as faces do mundo, sobre a vida de Max Factor, inventor do pancake. Mais do que uma nova maquiagem, o pancake foi responsável por revolucionar a indústria do cinema hollywoodiano. O russo chegou em Los Angeles em 1904, fugindo das ameaças do Czar Nicolau 2º, para quem trabalhava. A infância gasta em balcões de farmácia e em salões de beleza, onde atuava como cabeleireiro serviram como laboratório para o futuro cosmetólogo, que mais tarde abriria uma loja própria em Moscou para depois ser adotado pela corte russa. Ao chegar em Hollywood Max foi facilmente absorvido pela indústria do cinema. Ao testemunhar uma filmagem em um terreno baldio da cidade, ficou intrigado com a maquiagem que os atores usavam no rosto. Eram pastas muito grossas, usadas no teatro, que misturavam vaselina, farinha, toucinho e amido de milho, rachando completamente em decorrência do movimento facial dos atores. Factor então criou “uma pintura teatral em forma de creme, em vez de bastão, de consistência ultrafina, completamente flexível na pele e produzida em 12 tons de gradação precisa”. Atores do cinema como Charles Chaplin e Buster Keaton aplaudiram a criação do russo. Em 1920, com a chegada do som nas filmagens, as lâmpadas de tungstênio foram escolhidas para serem usadas no lugar das antigas, feitas de arcos de carbono e famosas por serem barulhentas. O barulho saiu de cena mas deu lugar ao calor, que derretia toda a maquiagem dos atores. Mas nada disso foi empecilho para Max Factor, que juntamente com seu filho Frank, modernizou a antiga fórmula do que mundialmente seria conhecido como pan-cake. O nome se deve ao recipiente da maquiagem, em formato de bolo. A nova maquiagem era mais sólida, e quando aplicada com esponja úmida uniformizava a pele e escondia imperfeições. Estava criada a invenção do século. Agradeçam a Max Factor. 
Max Factor pondo a mão na massa







Vestido de noiva nem um pouco convencional

