A trouble-maker Amy Winehouse se vira bem quando o assunto é moda. No último feriado britânico, a cantora foi fotografada pelo jornal The Daily Mail com uma amiga tomando um banho de sol, sob um "calor" de 21º. O traje de banho? Um lenço vermelho de bolinhas brancas foi amarrado como um super sutiã, e o short jeans bem curto fez o papel de calcinha. Ah, o aplique de cabelo devia estar de folga, pois Amy usava um turbante na cabeça. Pra estilista nenhum botar defeito.

As camisetas que compramos como souvenir nos shows de hoje também surgiram por acaso. Em 1973, no festival The Summer Jam at Watkins Glens, em Nova Iorque, o marketeiro musical Bill Graham se juntou a designer Ira Sokoloff, que desenhou camisetas específicas para o concerto, com a participação de bandas como Grateful Dead e Allman Brothers. Mais tarde veríamos camisetas desse tipo nos shows dos Rolling Stones, Sex Pistols, Nirvana e até Madonna e Michael Jackson. Quem nunca teve uma que atire a primeira pedra.
E hoje, será que estrelas como Paris Hilton e Britney Spears realmente curtem o som dos Ramones? Provavelmente não. Mas o que acontece quando o merchandising de uma banda ultrapassa o mais importante, que são as suas músicas? Seria o amor pelo vintage a razão dessa tendência? Se as roupas que escolhemos nos representam, o que Paris e Britney estariam querendo dizer? 




























