terça-feira, 27 de novembro de 2007
Retro 40
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Gisele aos 15

domingo, 18 de novembro de 2007
Victoria's Secret Show




sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Dupla imbatível


quinta-feira, 8 de novembro de 2007
O Jeans nosso de cada dia

Com seu aparecimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude rebelde, conquistando este público. Cowboys de asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis. Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy. Há também o aparecimento do movimento hippie, que adotou o jeans por sua funcionalidade e seu baixo custo. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey.
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do jeans, como Levi’s, Lee e Mustang.
Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.
A comodidade e a praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico. Numa época em que estamos cada vez mais sem tempo livre esses fatores são fundamentais.
Percebe-se também a introdução e continuidade do jeans nos ambientes de trabalho mais formais, em escritórios, grandes empresas e instituições financeiras, principalmente após a instituição da sexta-feira como o “Casual Day” e muitas vezes a abolição total da obrigatoriedade do uso de terno e gravata.
VALOR DE CONSUMO X VALOR ESTÉTICO
Atualmente o jeans é mais um exemplo dos paradoxos da moda. Elevado a categoria de roupa de luxo, deixou para trás suas raízes proletárias e chega a custar mais de R$ 1 mil. Dotado de um grande valor estético desde sua criação, o jeans hoje destaca-se mais pelo seu valor de consumo. O consumidor, ao comprar um jeans de luxo, além de manifestar sua individualidade estética, está também adquirindo status. Uma prova dessa busca incessante por status é que o jeans de luxo, nos últimos quatro anos, foi a categoria de vestuário que mais cresceu comercialmente, de acordo com uma pesquisa realizada pelo NPD Group, de Nova York. Nada mais natural em uma cultura de massa que valoriza o superficial, o consumismo, o materialismo e, acima de tudo, a aparência. Muniz Sodré, em seu artigo “O olhar da grande distinção”, cita a inauguração da megaloja Daslu, em São Paulo, para ilustrar essa relação entre valor de consumo e valor estético. Segundo o jornalista, o que a cliente da Daslu busca é a distinção da massa. E afirma: “Ao pagar 5 mil reais por um jeans ou mesmo 30 reais por uma hora de estacionamento, o que de fato se está comprando é um reconhecimento distintivo”. E o valor de consumo, juntamente com o valor estético nada mais é do que esse reconhecimento distintivo.
JEANS: CULT OU KITCSH?
O Kitcsh é um fenômeno universal, assim como o jeans. Ambos exprimem uma maneira de ser, um estilo. A palavra Kitcsh, originalmente alemã, designa uma negação do autêntico, uma opulência de meios para negar essa autenticidade. Atualmente, como um reflexo da indústria cultural, esse objeto kitsch nada mais é do que um produto para ser consumido. O jeans, através de bricolagens, customizações, releituras e reciclagens adquire um status kitsch, pois rompe com o autêntico e mistura valores culturais, criando um estilo peculiar.
Mas pode o jeans ser cult? Atualmente, o jeans já pode ser visto como um objeto cult. A Forum foi uma das primeiras grifes brasileiras a dar ao jeans esse status, ao lançar o livro, "Photojeanic - The Cult Jeans", em que uma constelação de fotógrafos nacionais e estrangeiros clicou modelos históricos de jeans obtidos de colecionadores.
Cult ou Kitcsh,a veneração, o culto, a importância histórica, social e cultural do jeans persiste até os dias de hoje, e a tendência é se tornar cada vez mais forte.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Tomara que caia!!!

sábado, 3 de novembro de 2007
Moda e Guerra na França
Acima, costureiras remendam meias. Abaixo, posto de trocas de roupas velhas por pontos têxteis no vale vestuário.

Entregue aos inimigos, os franceses começaram a usar do improviso para se vestir. A utilização de retalhos foi uma das saídas encontradas pelas donas de casa para a escassez de tecidos, assim como roupas velhas e usadas tornaram-se novas com o talento das costureiras francesas. O jornalismo de moda teve grande importância no período, pois ajudava as donas de casa com dicas e conselhos. Revistas como Figaro, cujo editor se negou a ceder ao controle alemão, insistia em um guarda-roupa que durasse mais que uma estação, com peças que fossem intercambiáveis e confeccionadas com o mínimo de tecido possível. E por incrível que pareça, estes conselhos são muito aplicados nos dias de hoje, principalmente por aqueles que não tem condição econômica de estar mudando o guarda-roupa a cada estação. Com a restrição de tecidos e a pouca variedade de roupas, os acessórios ganham espaço e passam a ser destaque no visual. Os chapéus são febre em Paris, com modelos extravagantes e algumas vezes até de gosto duvidoso.
Chapéus extravagantes são a saída das francesas para valorizar o look.No que diz respeito aos tecidos, devido ao armistício, que previa a entrega de lãs e produtos acabados à Alemanha, as fibras artificiais como o raiom e a fibrana ganham espaço e fazem grandes progressos. O plano Kehrl estimula o uso de matérias-primas como a madeira e a celulose na indústria têxtil, e a falta de seda faz com que o uso de seda sintética seja difundido, além do uso de tecidos fabricados a base de viscose e de acetato para substituir a lã pura. Os jornais da época questionaram o uso desses materiais, com enquetes a respeito do futuro do vestuário francês. “Nos vestiremos amanhã com bambus de Provence?”, perguntava o periódico Matin.
A ditadura alemã foi tamanha que chegou a estabelecer um código de normas a serem seguidos pelos estilistas da alta costura francesa. Neste código, itens como um modelo que contenha renda, um modelo inteiramente feito de renda, um modelo com o tule como tecido principal e 10% dos modelos com bordados, eram seguidos à risca pelos criadores franceses. Os peleteiros, única mão de obra capaz de fabricar casacos, luvas e roupas quentes para os soldados foram a chamada exceção da regra durante a ocupação alemã. Sendo todos judeus, um código também foi criado pelo ocupante, permitindo que os judeus peleteiros trabalhassem normalmente.
Com o fim do conflito, o fenômeno da moda não tem a mesma significação que em 1939. A moda se democratiza, e passa a ser não só um privilégio da classe mais alta da sociedade. O feito sob medida não é mais a sua única vertente. Surge uma moda feita para o cotidiano, mais prática e funcional. A alta costura começa a dar lugar ao prêt-à-porter, que anos depois superará o trabalho “feito à mão”. Mais do que uma vitória da indústria da moda, tem-se uma vitória da cultura francesa. A moda passa a ser um patrimônio cultural da sociedade francesa. Uma prova de que nada no mundo rouba ou se apropria do conhecimento e da tradição de um povo.

Vestuário típico francês durante a Segunda Guerra: sapato plataforma, bolsas práticas e motivos florais.
Me leva lá!!!: Quem quiser saber mais sobre o papel da moda na França durante a Segunda Guerra, uma boa dica é o livro Moda e Guerra - Um retrato da França ocupada, de Dominique Veillon. Disponível no site da Livraria Cultura.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Capriche nos óculos!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
E como ficou chato ser moderno. Agora serei eterno.


Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Impossível não amar Chanel
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Franja oitentinha
E as franjas estão de volta! Que dirá Kate Moss, flagrada com seu novo corte de cabelo, inspirado na personagem de Michelle Pfeiffer no filme Scarface. Prova de que a tendência anos 80 continua.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Mukifuchic
O blog Mukifuchic é para aqueles que apreciam os detalhes. Feito pela estilista, artista plástica e gráfica (ufa!) Ana Castilhos, de Niterói, apresenta todos os seus trabalhos, que são ma-ra-vi-lho-sos!!!! O que eu mais gostei foi dos adesivos para decoração de casa, principalmente os de gatinho, perfeitos para dar aquele toque meio surreal na parede do quarto! E o melhor é que não ficamos só na vontade, os adesivos podem ser encomendados pelo próprio blog. Vale a pena a visita!
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Rodnik
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Viva Italia!!!
La Perla
Just Cavalli











